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GigaPan
O Gigapan é uma tecnologia desenvolvida pelo Global Connection Project que permite ao usuário fazer uma exploração nunca antes vista em fotos panorâmicas.
Pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, em colaboração com cientistas do Centro de Pesquisa Ames da Nasa, construíram um dispositivo robótico que permite gerar imagens panorâmicas no formato gigapixel (bilhões de pixels) denominadas GigaPans.
A navegabilidade dos GigaPans se assemelha ao Google Earth, basta ir dando o zoom e puxando a imagem para as direções desejadas.
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O GigaPan Epic é o dispositivo robótico que usa a mesma tecnologia para obtenção de fotografias panorâmicas utilizada pelas sondas Spirit e Opportunity, utilizadas na exploração de Marte.
GigaPan Epic permite que o fotógrafo produza dezenas, centenas e até milhares de fotografias que serão combinadas posteriormente para formar um único panorama gigapíxel.
O software GigaPan Stitcher é um aplicativo que monta as fotografias produzidas pelo GigaPan Epic, fundindo-as em apenas uma imagem panorâmica.
Mais detalhes sobre o GigaPan www.gigapan.org
GigaPan é apoiado pelo Google, CMU e a NASA Ames Intelligent Robotics Group.
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GigaPan e o Projeto Brasilias
Além da beleza dos monumentos arquitetônicos da cidade, em especial, as obras únicas de Oscar Niemeyer, a coletânea de panoramas produzidos pelo fotógrafo multimídia, Adonai Rocha, mostra como é a vida em Brasília ao completar seus 50 anos, incluindo os problemas enfrentados pela população da Capital Federal, tais como, o crescimento populacional acelerado, o excesso de veículos e a desigualdade social.
As fotografias panorâmicasdo Projeto Brasilias
revelam a cidade e seu patrimônio em ângulos e detalhes nunca antes vistos.
Produção de GigaPans do Projeto Brasilias - Como é feito um Panorama
A produção de um bom GigaPan é feita de forma lenta e cuidadosa. O processo de produção de apenas um panorama do Projeto Brasília pode requerer semanas de trabalho.
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1. Planejamento e Pré-Produção
O fotógrafo realiza uma visita de campo antes de produzir um panorama. Faz o planejamento do ângulo a ser usado, verifica a iluminação do monumento e determina a melhor hora do dia (ou da noite) para a produção fotográfica. É registrada a leitura de GPS que será usada posteriormente para o georreferenciamento da imagem. De volta ao estúdio são feitos os preparativos para a produção fotográfica, inclusive a redação da carta de solicitação de autorização para fotografar, quando necessário.
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2. Produção
Fotografando um GigaPan: de volta a locação, no horário previamente definido, o fotógrafo monta o GigaPan Epic, a cabeça robótica com a câmera digital, no tripé. Define os ângulos da imagem do panorama, faz a medição de luz, temperatura de cor e foco. A fotometria é crítica, pois todas as fotos capturadas devem ter a mesma exposição, para formarem depois um só panorama. Centenas de fotografias são feitas e armazenadas em cartões digitais. São substituídas as baterias e diferentes GigaPans são produzidos para serem selecionados os melhores. A condição de tempo é crucial, pois um gigaPan pode ser arruinado devido a mudança de luz, movimentos de nuvens, chuva, etc.
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3. Pós-produção
De volta ao estúdio, as imagens capturadas são transferidas para o computador. Em seguida, as imagens são tratadas no PhotoShop, brilho e contrastes são ajustados. Finalmente todas as imagens são alinhadas e fundidas para formarem uma única fotografia panorâmica. O software GigaPan Sticher leva em torno de um minuto para "alinhar" cada foto, dessa maneira um panorama com 60 fotos leva em torno de uma hora para ser processado. O arquivo final de um panorama possui no mínimo 50 megapíxels (1 megapixel equivale a um milhão de pixels) e leva-se em torno de uma hora para fazer seu upload no servidor web. Por último, são feitos os códigos de webdesign e texto informativo sobre o monumento fotografado, para a exibição do panorama na web. O georreferenciamento e o mapplet para o Google Earth completam o processo de pós-produção.
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